Blogs de Arte
Poesia
Notícias Culturais
oiça 13 minutos de...
Painel controlo
chat online
Sin hijo ni árbol ni libro
oiçam bem
Links
Outras músicas
Contactos
Anedotas
Num descampado do centro da Austrália um cangurú entra num bar e pede um whisky.
O barman, admirado, pede-lhe os cinco contos da conta e diz :
- Há vinte anos que estou aqui e é o primeiro cangurú que me pede uma bebida.
Responde o cangurú:
- Pudera, com o whisky a este preço.
O barman, admirado, pede-lhe os cinco contos da conta e diz :
- Há vinte anos que estou aqui e é o primeiro cangurú que me pede uma bebida.
Responde o cangurú:
- Pudera, com o whisky a este preço.
Outras Leituras
Veja e aprecie
videologia
www.youtube.com/watchveja e sinta
Últimas Photum
Sondagens
Neste momento não existe nenhuma sondagem activa...
A Voz do Minho
direitos de autor
Escrito por: Flávio Silver
A minha actividade sexual oscila entre saturno e a ursa maior. melhor dizendo: para que compreenda, sem criar complexo, sónia araújo é o logotipo dos meus sonhos entre as duas e as três da manhã. penso que a minha vizinha já reparou neste meu sorriso novo importado da bamdoma. que posso eu fazer, nada!Sou português legítimo e isso explica metade dos meus anseios. minhas hormonas pululam por todo o meu corpo, inclusivé, cupido já me avisou para ter calma. esta vida de criar imagens fervorosas é o ópio das minhas madrugadas. imagino mulheres dotadas de tudo o que é bom e, depois, como resultado, sobressai-se a zona dos bolsos das calças. a minha sexualidade aprendi-a por volta dos catorze anos, quando a playboy dava dicas sobre a exploração mineira do corpo. vasculhei todo o meu corpo, tratei mal o meu sexo às vezes mas, aprendi. hoje sou homem feliz e contente por não ser mais um daqueles que sofre de ejaculação precoce.
Ler mais | Comentários (0) | Visualizações (275)
Escrito por: Flávio Silver
Jurei nunca falar de futebol. as juras são para mim uma espécie de novela: com amor e traição à mistura. claro que no meio é que está a virtude ou não fosse eu um exemplar de amor sem consciência. Adão atreveu-se e, lá está, a Eva deixou-se levar pelo parlapié do nómada de tanga e pêlo encaracolado no peito. mas, sem fugir ao assunto, futebol não consta na minha lista de homenagens insultuosas, uma vez que até nem é preciso a minha intervenção, já que driblar insultos, é matéria estudada pelos mais ferrenhos. alguns teóricos defendem que eu, flávio silver, tenho uma ponta de raiva quando o meu benfica perde. aproveito este momento noticioso para dizer a esses escarafunchosos que, não é uma vitória ou uma derrota do benfica que irá decidir o meu humor. lá por ter um peluche equipado à benfica, aos pés da cama, isso não significa rigorosamente nada. o meu clube é a poesia equipada com metáforas armadilhadas.Ler mais | Comentários (0) | Visualizações (569)
Escrito por: Flávio Silver
Hoje, levei uma injecção no cu. andei coxo por mais de meia hora. deram-me umas vitaminas para os ossos a ver se a coisa começa a rolar. os meus trinta e poucos anos já não me permitem grandes variedades nocturnas. assumo que sou mais caseirinho, mais do tipo de chinelo de quarto, prontinho para a cama.oiço mais Fado que música rock. qualquer bocadinho de pão já satisfaz a minha fome. a minha alma está mais ligada às questões da natureza e ao chilrear dos passarinhos. por favor não critique a minha súbita mudança. eu sei que a luta é para continuar. só que agora, uso a palavra escrita para o protesto. é mais fácil e além disso, evita-se sangue. qualquer um de nós havia de ter um cantinho para escrever e lançar-se de bentas ao papel contra a desumanidade.
Ler mais | Comentários (0) | Visualizações (897)
Escrito por: Flávio Silver
São neste momento, segundo a informação do meu modesto computador, catorze horas e trinta e seis minutos. quando acabar este texto em forma de diário a bordo no meu quarto, verei o tempo que levei a concluir este mesmo texto. pela primeira vez na vida vou contar o tempo. cada minuto será determinante para o meu ego. o objectivo é claro: nenhum. não pretendo surpreender nem contar nenhuma história. há dias assim.Hoje levantei-me com um formigueiro na mão esquerda. neste momento alguns de vós devem estar a pensar que estou na reinação. é verdade. ainda agora o mantenho, portanto, teclar nestas minúsculas teclas é um sacrificio enorme. bem, pelo menos tenho a desculpa de ser péssimo escrevedor. mas afinal o que é que vocês esperam das minhas palavras? a chave certa para os números do euromilhôes? então nesse caso feche a janela e visite sites de astrologia barata e deixe-se deliciar pelas contradições.
Ler mais | Comentários (0) | Visualizações (505)
Escrito por: Flávio Silver
decido o hoje com base no amanhã.olho para o amanhã como se não houvesse hoje.
hoje é uma mistura de ontem com anteontem.
ontem não pensei em hoje e hoje penso como seria se voltasse a ontem.
amanhã é um novo hoje
e hoje é hoje porque ontem pensei no amanhã.
se amanhã não estiver aqui é porque hoje decidi
que o amanhã só vale a pena quando hoje tiver
o ontem e o anteontem resolvidos.
entendeu? não?! amanhã você ficará a saber melhor,
já que o hoje são muitos ontens
que ficaram aquém de um bom signo.
Ler mais | Comentários (0) | Visualizações (390)
Escrito por: Flávio Silver
Caí do céu, mas garanto que não me quebrei. esta dor no joelho já é antiga e não tem nada a ver com o caso. para lá das nuvens, o desconhecido passou a ser conhecido perante estes meus dois olhos mal colocados nas órbitras, mas que nunca me deixam enganar. vi coisas fabulosas que eu nem eu sei porque ponta hei-de pegar. bebi milhões de gigas de memória que não dá para esclarecer no momento. havia seres de duas e três cabeças agarradas a um só pescoço. eu era o único que tinha e tem uma só cabeça. por tal diferenciação de factos biológicos, os seres olhavam-me sem respeito e riam-se na minha cara. Venho do sul da galáxia fique sabendo, vi astro-naves sobrevoando a cinco palmos da minha cabeça.Ler mais | Comentários (0) | Visualizações (337)
Escrito por: Flávio Silver
Ainda as notícias não arrefeceram e já o povo comenta. Junta-se as gentes em semi-circulo rente aos quiosques cujos jornais presos por molas de roupas como estendais, pingam desinterias, gripes e desempregos, exibem seus cabeçalhos de letras gordas em notícias de magra surpreendência. Comenta-se o jackpot que saiu, falam de chaves
Ler mais | Comentários (0) | Visualizações (332)
Escrito por: Flávio Silver
Se ainda tem dor, dar-lhe-ei duas ampolas filosóficas, duas razões para você contrariar, centenas de sofismas para juntar à limonada, ou então, duas rezas miudinhas e verá que isso passa. Os psiquiatras não sabem nada, devoram manuais para nada, têm os sofás comidos por reles confissões.Se a dor permanecer, vire-se para Meca, ponha-se de joelhos e reze para que não tenha um filho contorcionista.
Ler mais | Comentários (0) | Visualizações (856)
Escrito por: Flávio Silver
Falo de tudo um pouco e no final de tudo há um nada a sobressair.Lembra-me os politicos deste e de outros países que falam tanto e não dizem nada.
O povo aplaude. o povo vem à janela assistir à procissão dos mercedes.
Tenho um rissol na boca e não me posso deslocar. o vinho tinto limpou-me as goelas - agora posso falar
naquele timbre a cheirar a verdade. Por falar em verdade, alguém a viu por aí?
Ler mais | Comentários (0) | Visualizações (317)

©2010. Todos os direitos reservados







