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- 2008-09-26 03:49
quando compreenderes o que é a adolescência já passaste por ela.

Fonte: http://fontedofimdomundo.blogspot.com/2008/11/quando-compreenderes-o-que-adolescncia.html


- 2008-09-26 03:49
Todos os clássicos foram um dia desconhecidos.

Fonte: http://fontedofimdomundo.blogspot.com/2008/11/todos-os-clssicos-foram-um-dia.html

- 2008-09-26 03:49
Viver é inventar uma maneira de sair do buraco em que caímos.

Fonte: http://fontedofimdomundo.blogspot.com/2008/11/viver-inventar-uma-maneira-de-sair-do.html

- 2008-09-26 03:49
Uma das maiores forças que encontramos no pensamento dos gregos é o poder do destino. O destino tudo verga a seu prazer, não havendo homem nenhum que lhe resista; o destino é implacável na aplicação dos seus castigos, e inquebrantável na consumação dos seus prazeres; nenhum homem lhe pode fugir ou opor-se; nada nem nenhuma circunstância pode alterar esse fio que as fiandeiras tecem. E, por outro lado, nada disso é completamente definitivo; até mesmo o homem como Hércules, filho de deuses e mortais por inteiro, pode, se para isso fizer de si riqueza com que possa comprar os dons de que os deuses o cumulam, ascender ao Olimpo mais elevado, e tornar-se, não sem passar por duras provas e duros tormentos, um verdadeiro deus vivo. A transgressão que levou à Grande Queda pode sempre ser reparada se o espírito for puro.

Fonte: http://fontedofimdomundo.blogspot.com/2008/11/uma-das-maiores-foras-que-encontramos.html

- 2008-09-26 03:49
não existe só um gosto, existem dois: um é o gosto em deixar-se à vontade, o outro é o gosto em silenciar-se o mais possível; um é o gosto em deixar-se ser naturalmente conforme à sua natureza, o outro é o gosto em se equilibrar artificialmente pelo silêncio. Só através de uma harmonização consciente e artificial das nossas pulsões destrutivas podemos atingir o céu daquilo que é próprio à nossa natureza e, ao mesmo tempo, e bem mais difícil, permanecer lá para sempre.

Fonte: http://fontedofimdomundo.blogspot.com/2008/11/no-existe-s-um-gosto-existem-dois-um-o.html

- 2008-09-26 03:49
a vida é um campo de batalha entre Eros e Thanatos, e a nossa missão é fazer com que o espírito converta a matéria em luz para que desse modo se sublime esse eu profundo mais animalesco que habita em nós e nos prende a esta terra.

Fonte: http://fontedofimdomundo.blogspot.com/2008/11/vida-um-campo-de-batalha-entre-eros-e.html

- 2008-09-26 03:49
deve-se experimentar tudo pelo menos uma vez na vida, mas apenas até se saber o sabor que cada coisa tem. Quem se prende ao sabor de algo, qualquer que seja a natureza desse algo, ganha um novo vício e esquece todos os sabores que aprendeu, perdendo ainda todos aqueles que poderia aprender e com os quais poderia ter tanto a ganhar.

Fonte: http://fontedofimdomundo.blogspot.com/2008/11/deve-se-experimentar-tudo-pelo-menos.html

- 2008-09-26 03:49
os meus olhos não vêem o presente grávido de todo o futuro; vêem o futuro parido diante de mim, que vive e respira e come e dança, e que mais ninguém vê ou parece querer ver.

Fonte: http://fontedofimdomundo.blogspot.com/2008/11/os-meus-olhos-no-vem-o-presente-grvido.html

- 2008-09-26 03:49
o mundo parece por vezes tão belo, e tão belo de uma beleza tão rara que não há palavras que possam ser inventadas para a descrever em todas as suas subtis cambiantes e tonalidades matizadas sem princípio nem fim; o problema é que, por vezes, e tantas vezes por demasiado tempo, é costume sobrevir a sofreguidão e a estupidez humana para abafar e manchar essa centelha de divino que dança em cada um de nós. A nossa humana existência vive mergulhada nesta dualidade indissociável que procuramos a todo o custo transcender, sempre tentando aproximarmo-nos do verdadeiro Ideal mais puro, mas sempre descrendo no poder dos outros para inventar um caminho que chegue à meta mais depressa: é preciso trepar pelas barreiras da boçalidade e do lugar-comum; é preciso vencer o facilitismo com ideais de uma forte fibra kantiana; é preciso dispender energia para exercitar os músculos que nos permitirão ascender aos lugares mais elevados da existência. Que os outros gostem desta terra que hoje temos, que os outros não façam nada para a erguerem a outro nível, isso é lá com eles; para nós, aqueles que trabalhamos incansavelmente, noite e dia, ao sol e à chuva, por sobre a terra e por sobre o mar, para além de tudo e todos, por um mundo que veja nascer o sol por inteiro; para nós que ousamos remar contra a corrente para voltar à primordial origem da vida; para nós que tudo fazemos e tudo damos para construir essa escadaria infinita até ao céu; para nós que, livres de críticas medíocres ou de más-vontades seguimos sempre a direito o nosso rumo; para nós que não conhecemos outra vida que não esta, que sentimos esta como a única vida que é possível viver num mundo como este; para nós, a realidade é demasiado preciosa para ser desperdiçada em coisas fúteis ou triviais: em cada instante cabe a nós, e só a nós, plantar a semente do mundo futuro que certamente despontará; do mundo que é impossível não chegar; do mundo que caminha a passos largos para a sua instauração neste tempo e neste espaço, nem que nos tenhamos que livrar de ambos; do mundo que é o único mundo digno para o desenvolvimento do potencial de cada um, e onde o sonho é uma realidade que vive, e respira, e se cumpre.

Fonte: http://fontedofimdomundo.blogspot.com/2008/11/o-mundo-parece-por-vezes-to-belo-e-to.html

- 2008-09-26 03:49
Aqueles que presentemente defendem a teoria darwinista da evolução fazem-no exactamente como aqueles que, no passado, defenderam a teoria criacionista da evolução: apresentando um dogma que se tem como verdade absoluta e inquestionável, e escarnecendo de quaisquer opiniões contrárias. Tanto uma como a outra posição são não só desprezáveis como, e bem pior que o resto, profundamente desprezíveis.

Fonte: http://fontedofimdomundo.blogspot.com/2008/11/aqueles-que-presentemente-defendem.html

- 2008-09-26 03:49
o maior problema do mundo está no falar daquilo que não se conhece, e no falar abstruso daquilo que se conhece. Cada um dos dois apenas perpetua a imensa desinformação em que vivemos mergulhados.

Fonte: http://fontedofimdomundo.blogspot.com/2008/11/o-maior-problema-do-mundo-est-no-falar.html

Aforismos maduros - 2008-09-26 03:49
A única maneira de mudar o mundo é mudarmo-nos a nós mesmos.

A única maneira de mudar o mundo é dar a todos os meios pelos quais cada um de nós se possa desenvolver livremente por si próprio.

O único modo de dar a todos os meios que lhes permitam a sua expressão individual é através da comunicação pessoal, personalizada e individualizada.

O único modo de se dar comunicando é procurar ser o mais claro possível, falando a linguagem de cada um.

Todas as restantes abordagens são obsoletas por inteiro, de acordo com aquilo que a experiência mostra.

Fonte: http://fontedofimdomundo.blogspot.com/2008/11/aforismos-maduros.html

- 2008-09-26 03:49
Quem quer que eu ache
Qualquer que eu seja
A conhecer-me, só metade:
Sou outra coisa qualquer.

Fonte: http://fontedofimdomundo.blogspot.com/2008/11/quem-quer-que-eu-ache-qualquer-que-eu.html

- 2008-09-26 03:49

a crítica montessoriana - 2008-09-26 03:49
Claro está que toda a explicação do comportamento da criança como uma reacção a um tratamento errado ou como repousando em causas orgânicas lhes aparece destituído de bom senso e apenas como produto de um cérebro em delírio; o mestre, apesar das aparências, é, em geral, pouco apreensivo e pouco sabedor; e é muito difícil lutar contra a ininteligência ou a ignorância do adulto; tudo se fixou nele como um dogma, toda a maleabilidade de espírito se perdeu; por outro lado, se reconhece o erro não o quer confessar; e, por fim, o temperamento leva-o muitas vezes a tomar atitudes que a inteligência lhe reprova.

Pouco há, evidentemente, a esperar, para o progresso social, dos espíritos - e dos corpos - preparados por estas escolas; perdem-se, em geral, as boas qualidades com que a criança entrou na escola e ficam-lhe radicados todos os desvios que a sua sensibilidade sofreu, todas as defesas que teve de inventar para, de algum modo, se proteger contra as ameaças do castigo; as pobres vítimas da incompreensão e do desconhecimento dos elementos da psicologia infantil ficam para sempre mutiladas e formam uma humanidade cheia de vícios e loucuras.

A cobardia que leva a esconder as convicções mais arreigadas para que se não arrisquem a tranquilidade e a vida em defesa do que é justo e puro; a dissimulação que se manifesta nos actos mais insignificantes da existência e que obriga o adulto a mentir a cada momento enquanto o proíbe à criança; o egoísmo que nos torna indiferentes às maiores injustiças cometidas contra os outros e sensíveis à mínima ameaça aos nossos interesses; a ignorância do que o mundo contém de beleza, de amor e de grandiosidade; a mesquinhez das nossas preocupações, das nossas conversas, dos nossos actos; a fraqueza de toda a nossa vida psicológica e física: numa palavra, todos os defeitos que se consideram inerentes à natureza humana - tudo se desenvolve na escola, se cultiva na escola e se afina na escola.

Agostinho da Silva contrapõe a esta concepção O Método Montessori

Fonte: http://fontedofimdomundo.blogspot.com/2008/11/crtica-montessoriana.html

- 2008-09-26 03:49
o meu chaveiro tem muitas chaves, mas nenhuma encaixa nas fechaduras deste mundo...

Fonte: http://fontedofimdomundo.blogspot.com/2008/10/o-meu-chaveiro-tem-muitas-chaves-mas.html

lamarckismo vs. darwinismo - 2008-09-26 03:49
O dever de qualquer pessoa minimamente inteligente é tentar por todos os meios destruir todo e qualquer resquício de darwinismo que faz com que se considere mais importante a condição em que cada um nasceu que a vontade que cada um tem para se lançar, pelos seus próprios meios, para um sítio mais alto do que aquele onde se está. A grande tarefa do nosso tempo é revitalizar a noção lamarckista de que o desenvolvimento das nossas faculdades e a superação dos nossos obstáculos está e sempre esteve ao alcance das nossas mãos.

Fonte: http://fontedofimdomundo.blogspot.com/2008/10/o-dever-de-qualquer-pessoa-minimamente.html

o elogio da loucura - 2008-09-26 03:49
Não pode ser verdadeiro um discurso que, tendo admitido a existência de um apaixonado, postule que devem conceder-se favores ao não apaixonado de preferência ao apaixonado, invocando como justificação o facto de o primeiro agir sensatamente e o segundo se encontrar possesso do delírio e da loucura! Seria verdadeiro se a loucura fosse apenas um mal, mas acontece que muitos dos nossos bens nascem da loucura inspirada pelos deuses.

Efectivamente, é em estado de delírio que as profetisas de Delfos e as sacerdotisas de Dódona, prestam grandes serviços à Grácia, já na ordem privada, já na ordem pública, pois, quanto se encontram no seu perfeito juízo, as suas possibilidades ficam reduzidas a pouco ou a nada. Depois delas podemos falar da Sibila? Podemos falar de todos os que, utilizando o poder divinatório que um deus lhes inspira, ditaram a muita gente e em muitas ocasiões o recto caminho a seguir? Fazer isso seria perder tempo com o que é evidente para todos nós!

Mas também esse facto merece ser aqui testemunhado, pois constitui uma prova de que na Antiguidade os homens, ao instituírem os nomes, não consideravam o delírio, ou mania, uma coisa vergonhosa, nem motivo de opróbrio (...). Por este motivo, a arte da profecia suplanta, já em perfeição, já em dignidade, a arte dos augures, tanto na denominação como nas funções, e assim, tal como os Antigos no-lo testemunham, a loucura inspirada pelos deuses é, por sua beleza, superior à sabedoria de que os homens são os autores!

Mas não ficamos por aqui: enquanto essas doenças, esses flagelos terríveis que, em consequência de antigos ressentimentos, vindos não sabemos de onde, ainda existem em certos indivíduos de uma raça, o delírio profético manifestou-se em alguns predestinados e encontrou o meio de afastar esses males, precisamente pelo recurso às preces dirigidas aos deuses e pela prática de cerimónia em seu louvor. Graças ao delírio, surgiram os ritos catárticos e iniciáticos, pondo o que neles participa ao abrigo dos males, tanto do presente como do futuro, e fazendo com que os homens, animados de espírito profético, encontrem o meio de proteger-se contra aqueles males.

Há ainda uma terceira espécie de loucura, aquela que é inspirada pelas Musas: quando ela fecunda uma alma delicada e imaculada, esta recebe a inspiração e é lançada em transportes, que se exprimem em odes e em outras formas de poesia, celebrando as glórias dos Antigos, e assim contribuindo para a educação da posteridade. Seja quem for que, sem a loucura das Musas, se apresente nos umbrais da Poesia, na convicção de que basta a habilidade para fazer o poeta, esse não passará de um poeta frustrado, e será ofuscado pela arte poética que jorra daquele a quem a loucura possui.

Embora não sejam somente estas, já ficas sabendo quais são as belas vantagens que se podem usufruir de um estado delirante inspirado pelos deuses. Podemos agora concluir que não devemos recear, nem devemos deixar-nos confundir pelo espantalho de uma doutrina, segundo a qual se deve preferir a amizade do homem sensato à amizade do homem apaixonado. Bem pelo contrário, a vitória deve ser dado ao apaixonado, pois o amor foi enviado pelos deuses no interesse do amante e do amado, e é isso mesmo, contra aquela tese, que procuraremos demonstrar: os deuses desejam a suprema ventura daqueles a quem foi concedida a graça da loucura.


Platão dá voz ao discurso de Sócrates a Fedro
(tradução por Pinharanda Gomes)

Fonte: http://fontedofimdomundo.blogspot.com/2008/10/o-elogio-da-loucura.html

- 2008-09-26 03:49
quem sabe fazer, faz; quem não sabe fazer, ou ensina ou critica.
(e daí, criticar é uma forma de ensinar - ou, pelo menos, de julgar que se ensina alguma coisa.)

quem só sabe sonhar, desaparece deste mundo.

Fonte: http://fontedofimdomundo.blogspot.com/2008/10/quem-sabe-fazer-faz-quem-no-sabe-fazer.html

António Vieira, como todos os grandes, tem no seu nome a síntese de tudo quanto foi. De António, temos a referência ao tão português e tão excelente Santo António, pregador ímpar, e a quem Vieira foi buscar suma inspiração para fazer brilhar o verbo português. De Vieira, temos a referência biológica ao símbolo do perpétuo peregrino: peregrinação foi toda a vida de Vieira, seja em Portugal ou no Brasil, em cortes nacionais ou estrangeiras; e foi peregrinando em terra que achou o céu: tanto naquilo que a vida lhe apontava - na metáfora do símbolo e na metáfora da ignorância humana que urge derrubar - como naquilo que ele nela apontava, dirigindo os seus esforços para a compreensão dos destinos do mundo que se quer bem perto do universo, e fazendo sempre ao aplicar a sua incansável energia nessa árdua tarefa que é a de pôr os mecanismos mais profundos do nosso mundo a funcionar por eles mesmos.

Fonte: http://fontedofimdomundo.blogspot.com/2008/10/exegese-do-nome-de-antnio-vieira.html

in case you didn't notice... - 2008-09-26 03:49
António Vieira não se chama Padre António Vieira. Padre não é o seu primeiro nome. Padre é apenas o título que ele tinha por ter sido ordenado na Companhia de Jesus. O seu verdadeiro nome é António Vieira, e é por ele que deve ser chamado.

Fonte: http://fontedofimdomundo.blogspot.com/2008/10/in-case-you-didnt-notice.html

- 2008-09-26 03:49
A grandeza de António Vieira está ao nível da grandeza de Fernando Pessoa. Tal como Pessoa, António Vieira analisava atentamente o mundo exterior à procura das mensagens que a vida - ou, no seu caso, a voz de Deus - lhe mostrava. Despindo, assim, o efémero da sua capa transitória, e procurando o que nele havia de universal, Vieira convertia essa matéria imaterial em matéria falada, vibração sonora com que se reverberava nos espíritos dos seus ouvintes. E, porventura, foi Vieira muito superior a Pessoa: não só se cumpriu a ele mesmo, como também cumpriu na prática muitas obras superiores que deram e ainda estão dando frutos tão sublimados.

Fonte: http://fontedofimdomundo.blogspot.com/2008/10/grandeza-de-antnio-vieira-est-ao-nvel.html

- 2008-09-26 03:49
conhecer uma pessoa é unir-se a essa pessoa. E não é possível unir-se a outra pessoa se não formos nós a pessoa com que nos unimos. Porém, não nos é possível deixar de ser aquilo que somos; e, portanto, grande e grave é este paradoxo que nos atormenta a união à vida e nos dificulta a ascensão ao alto. A experiência prática supera sempre, e em muito, toda a teoria que se queira inventar para explicá-la; é por isso que constatação de que esta união é possível facilmente dá razão à primazia da união sobre a impossibilidade de esta se realizar. É esse ponto que procuraremos esclarecer.

a união com outra pessoa só se pode atingir se formos nós capazes de sentir tudo do mesmo modo que a outra pessoa o sente. Só assim poderemos compreender porque sente essa pessoa desse modo e não de outro. Não estaremos a compreender objectivamente o que a pessoa é, mas sim a compreender subjectivamente - que é a única forma de compreender algo subjectivo - o que a pessoa realmente é. E isso trata-se de ter fé.

Mas o paradoxo não fica explicado por esta exposição. Como é possível ser o que se é sendo diversamente? Ainda que sejamos o que somos, e que não possamos ser outra coisa que aquilo que é de nossa natureza, é-nos contudo possível a capacidade de outrar. Outrar-se é tornar-se outro, e portanto imaginar o que é possível sentir se a nossa natureza fosse outra. Ora, este outrar-se é um fenómeno exclusivamente mental. Torna-se outro aquele que sente como se fosse outro, embora não o sendo; e não aquele que se mascara ou se falseia de outro. E se dúvida houvesse quanto à realidade deste processo, o exemplo de Pessoa pode esclarecer este ponto. Cada heterónimo resulta de um processo de outração. Outrando-nos procuramos desdobrar os limites da nossa sensibilidade, e até ao ponto em que eles deixam de existir. Só assim é possível sentir tudo de todas as maneiras. Mas como continuar a sentir o que se é, sendo outro? Só há uma hipótese: sentir tudo de todas as maneiras em simultâneo e sempre. Mas a verdade é que, se há quem consiga isso, então a natureza humana só pode ser uma...

Fonte: http://fontedofimdomundo.blogspot.com/2008/10/conhecer-uma-pessoa-unir-se-essa-pessoa.html

- 2008-09-26 03:49
só o espontâneo é eterno porque só o eterno é real.

Fonte: http://fontedofimdomundo.blogspot.com/2008/10/s-o-espontneo-eterno-porque-s-o-eterno.html
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