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«Fumar mata e, quando se morre, perdemos uma parte muito importante da nossa vida».
(Brooke Shields)
«Fiz há pouco tempo uma viagem a América Latina e a única coisa que lamento é não me ter dedicado mais ao latim na escola para ter podido falar com aquelas pessoas».
(ex-vice-presidente norte-americano Dan Quayle)
«A perda de vidas humanas será insubstituível»
(ex-vice-presidente norte-americano Dan Quayle)
«Fumar mata e, quando se morre, perdemos uma parte muito importante da nossa vida».
(Brooke Shields)
«Fiz há pouco tempo uma viagem a América Latina e a única coisa que lamento é não me ter dedicado mais ao latim na escola para ter podido falar com aquelas pessoas».
(ex-vice-presidente norte-americano Dan Quayle)
«A perda de vidas humanas será insubstituível»
(ex-vice-presidente norte-americano Dan Quayle)
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divulgação cultural - 2008-09-26 03:49
Qual é a melhor maneira de dar cultura às pessoas? Teatro independente ou teatro comercial? Ensaios filosóficos ou escrita comercial? O que é boa cultura e o que é má cultura? Estas questões têm-me atormentado desde há algum tempo, mas parece-me que encontrei agora algumas respostas. Não há boa nem má cultura. Não existem cânones. É impossível analisar um livro de uma forma perfeitamente objectiva sem que se perca, pela análise, aquilo que faz do livro algo que vai para além de um conjunto de palavras. Os cânones são relativos e estão inexoravelmente dependentes das pessoas que os criam. Pessoas diferentes em ambientes culturais diferentes apontam diferentes obras como marcos da cultura. Não é possível construir generalizações.
Não há boa nem má cultura. Cultura é toda a criação humana que supera tanto o biológico como o psicológico. Cultura é tudo aquilo que nos permite desenvolver a imaginação, que é uma das maiores capacidades humanas. As obras podem somente medir-se na capacidade que têm de levar uma pessoa individual a desenvolver a sua imaginação, o seu pensamento abstracto. Esta medição está completamente dependente da pessoa em questão e do seu contexto cultural, tanto o social como o pessoal. Não há livros bons nem maus. Há somente livros que exercitam mais a nossa imaginação e outros que a exercitam menos, e é tudo. Há somente livros que possuem uma riqueza semântica maior e outros que possuem uma riqueza semântica menor, e é tudo. Para quem nunca tenha ouvido falar em rituais, até os livros do Paulo Coelho são bons porque exercitam essa capacidade imaginativa. Para quem não tem cultura suficiente para compreender o Romeu e Julieta de Shakespeare, até o West Side Story serve para perceber o que é um amor de perdição.
O grande perigo está em querer vender-se gato por lebre. Todas as críticas são visões pessoais e individuais de uma obra. O que é importante é que exista a consciência de que tudo aquilo que existe é subjectivo, individual e pessoal - em suma: de que tudo é relativo. Esse será o primeiro passo. (e só deus sabe como é difícil que as pessoas percebam isso: por motivos vários - a sociedade arreigadamente capitalista em que vivemos, o sistema de ensino em que somos apanhados de surpresa, as quantidades industriais de publicidade a que somos sujeitos quer queiramos quer não, a estrutura fortemente hierarquizada dos conjuntos sociais em que habitamos - a maior parte das pessoas vive na ideia de que só é possível manter ordem numa sociedade pela autoridade.) O segundo passo será perceber que, como tudo é relativo a um contexto, e como não existem opiniões absolutamente correctas ou infalíveis só é possível acalmar o desassossego que esta condição nos traz pela escolha - e essa escolha requer capacidade crítica para decidir entre várias opções possíveis. O terceiro e derradeiro passo será perceber que o número de opções possíveis tende para o infinito, aumentando tanto mais quanto maior for a cultura da pessoa - isto é, quanto mais obras culturais essa pessoa conhecer. A melhor decisão será a decisão que tiver em conta o maior número de opções.
Assim, chegamos à conclusão de que a tarefa mais importante é a de dar cultura às pessoas. Só um louco ou uma pessoa que não conheça o Fernando Pessoa pode afirmar que o Eugénio de Andrade é o maior dos poetas. Esta actividade de divulgação cultural terá de ser diversificada e contínua ao longo do tempo, nunca dependendo do percurso escolar ou laboral de uma dada pessoa. O desenvolvimento de uma consciência da importância da relatividade no mundo e o desenvolvimento de um espírito crítico devem ser, estes sim, primeiramente desenvolvidos na escola. É claro que a divulgação cultural terá sempre em mente o desenvolvimento destas duas capacidades, mas o objectivo principal está no mostrar às pessoas algo que elas desconhecem ou que nunca tinham visto de uma nova perspectiva.
Mas temos ainda de nos debater com um grande problema: a necessidade de manter uma actividade de divulgação cultural rentável e auto-sustentável. Se a fonte de receitas é externa, então confiamos apenas no puro mecenato para manter uma actividade. Se esta fonte de receitas não existir, então não teremos outra hipótese que escolher para divulgação cultural uma actividade que tenha a capacidade de atrair muitas pessoas. Portanto, tem de ser obrigatoriamente comercial - embora possa e deva ser sempre, e ao mesmo tempo, instrutiva. Como fazê-lo?
Fonte: http://fontedofimdomundo.blogspot.com/2009/01/no-h-regras.html
Não há boa nem má cultura. Cultura é toda a criação humana que supera tanto o biológico como o psicológico. Cultura é tudo aquilo que nos permite desenvolver a imaginação, que é uma das maiores capacidades humanas. As obras podem somente medir-se na capacidade que têm de levar uma pessoa individual a desenvolver a sua imaginação, o seu pensamento abstracto. Esta medição está completamente dependente da pessoa em questão e do seu contexto cultural, tanto o social como o pessoal. Não há livros bons nem maus. Há somente livros que exercitam mais a nossa imaginação e outros que a exercitam menos, e é tudo. Há somente livros que possuem uma riqueza semântica maior e outros que possuem uma riqueza semântica menor, e é tudo. Para quem nunca tenha ouvido falar em rituais, até os livros do Paulo Coelho são bons porque exercitam essa capacidade imaginativa. Para quem não tem cultura suficiente para compreender o Romeu e Julieta de Shakespeare, até o West Side Story serve para perceber o que é um amor de perdição.
O grande perigo está em querer vender-se gato por lebre. Todas as críticas são visões pessoais e individuais de uma obra. O que é importante é que exista a consciência de que tudo aquilo que existe é subjectivo, individual e pessoal - em suma: de que tudo é relativo. Esse será o primeiro passo. (e só deus sabe como é difícil que as pessoas percebam isso: por motivos vários - a sociedade arreigadamente capitalista em que vivemos, o sistema de ensino em que somos apanhados de surpresa, as quantidades industriais de publicidade a que somos sujeitos quer queiramos quer não, a estrutura fortemente hierarquizada dos conjuntos sociais em que habitamos - a maior parte das pessoas vive na ideia de que só é possível manter ordem numa sociedade pela autoridade.) O segundo passo será perceber que, como tudo é relativo a um contexto, e como não existem opiniões absolutamente correctas ou infalíveis só é possível acalmar o desassossego que esta condição nos traz pela escolha - e essa escolha requer capacidade crítica para decidir entre várias opções possíveis. O terceiro e derradeiro passo será perceber que o número de opções possíveis tende para o infinito, aumentando tanto mais quanto maior for a cultura da pessoa - isto é, quanto mais obras culturais essa pessoa conhecer. A melhor decisão será a decisão que tiver em conta o maior número de opções.
Assim, chegamos à conclusão de que a tarefa mais importante é a de dar cultura às pessoas. Só um louco ou uma pessoa que não conheça o Fernando Pessoa pode afirmar que o Eugénio de Andrade é o maior dos poetas. Esta actividade de divulgação cultural terá de ser diversificada e contínua ao longo do tempo, nunca dependendo do percurso escolar ou laboral de uma dada pessoa. O desenvolvimento de uma consciência da importância da relatividade no mundo e o desenvolvimento de um espírito crítico devem ser, estes sim, primeiramente desenvolvidos na escola. É claro que a divulgação cultural terá sempre em mente o desenvolvimento destas duas capacidades, mas o objectivo principal está no mostrar às pessoas algo que elas desconhecem ou que nunca tinham visto de uma nova perspectiva.
Mas temos ainda de nos debater com um grande problema: a necessidade de manter uma actividade de divulgação cultural rentável e auto-sustentável. Se a fonte de receitas é externa, então confiamos apenas no puro mecenato para manter uma actividade. Se esta fonte de receitas não existir, então não teremos outra hipótese que escolher para divulgação cultural uma actividade que tenha a capacidade de atrair muitas pessoas. Portanto, tem de ser obrigatoriamente comercial - embora possa e deva ser sempre, e ao mesmo tempo, instrutiva. Como fazê-lo?
Fonte: http://fontedofimdomundo.blogspot.com/2009/01/no-h-regras.html
detesto todos aqueles que me obrigam a trabalhar. Trabalhar é completamente artificial e anti-natural.
Fonte: http://fontedofimdomundo.blogspot.com/2009/01/detesto-todos-aqueles-que-me-obrigam.html
Fonte: http://fontedofimdomundo.blogspot.com/2009/01/detesto-todos-aqueles-que-me-obrigam.html
está decidido. - 2008-09-26 03:49
quero, para além de variadíssimas outras coisas, passar a vida a ler livros.
Fonte: http://fontedofimdomundo.blogspot.com/2009/01/est-decidido.html
Fonte: http://fontedofimdomundo.blogspot.com/2009/01/est-decidido.html
a minha verdadeira paixão é a humanidade.
Fonte: http://fontedofimdomundo.blogspot.com/2008/12/minha-verdadeira-paixo-humanidade.html
Fonte: http://fontedofimdomundo.blogspot.com/2008/12/minha-verdadeira-paixo-humanidade.html
o difícil não é levar os clássicos às pessoas; o realmente difícil é levar as pessoas aos clássicos.
Fonte: http://fontedofimdomundo.blogspot.com/2008/12/o-difcil-no-levar-os-clssicos-s-pessoas.html
Fonte: http://fontedofimdomundo.blogspot.com/2008/12/o-difcil-no-levar-os-clssicos-s-pessoas.html
I cannot control my mind.
Fonte: http://fontedofimdomundo.blogspot.com/2008/12/i-cannot-control-my-mind.html
Fonte: http://fontedofimdomundo.blogspot.com/2008/12/i-cannot-control-my-mind.html
a tensão essencial - 2008-09-26 03:49
a diferença essencial - 2008-09-26 03:49
arte inferior
- objecto cujo génio não vai para além do prazer estético (intelectual) que desperta no observador
arte superior
- objecto que, para além de despertar um prazer estético (intelectual) no observador, está imbuído de uma mensagem que é essencial compreender.
- arte que não é apenas bela nas formas e proporções em que assenta, tendo ainda, e para além delas, uma ou várias dimensões semânticas
- objecto que é representação material de uma dimensão puramente intelectual e abstracta
Fonte: http://fontedofimdomundo.blogspot.com/2008/12/diferena-entre-arte-inferior-e-arte.html
- objecto cujo génio não vai para além do prazer estético (intelectual) que desperta no observador
arte superior
- objecto que, para além de despertar um prazer estético (intelectual) no observador, está imbuído de uma mensagem que é essencial compreender.
- arte que não é apenas bela nas formas e proporções em que assenta, tendo ainda, e para além delas, uma ou várias dimensões semânticas
- objecto que é representação material de uma dimensão puramente intelectual e abstracta
Fonte: http://fontedofimdomundo.blogspot.com/2008/12/diferena-entre-arte-inferior-e-arte.html
o objectivo do Natal deveria ser fazê-lo durar toda a vida.
Fonte: http://fontedofimdomundo.blogspot.com/2008/12/o-objectivo-do-natal-deveria-estar-em.html
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uma das maiores provas de que o universo é infinito na sua criatividade é a de que, embora usando sempre as mesmas notas da escala, tanto homem tem composto, ao longo dos tempos, músicas tão fascinantes e, ao mesmo tempo, tão diferentes entre si que é impossível continuar crendo que todas elas possam ser explicadas somente por uma maior ou menor contracção de massas de ar que passam por esta ou aquela abertura.
Fonte: http://fontedofimdomundo.blogspot.com/2008/12/uma-das-maiores-provas-de-que-o.html
Fonte: http://fontedofimdomundo.blogspot.com/2008/12/uma-das-maiores-provas-de-que-o.html
Porque terá a música esta capacidade incrível de tão facilmente nos transportar para um outro mundo de sons e sentimentos? Só pode haver uma resposta: a nossa sensibilidade tem de ter a mesma natureza vibratória da música: só assim é possível que tão facilmente as duas naturezas se fundam e se concentrem, influenciando-se uma à outra de uma forma tão íntima. A alma, como os planetas de Pitágoras, na sua harmonia celeste, tem uma natureza essencialmente vibratória; é a vibração pura que vai preenchendo a totalidade sem nome. A carne é muito pouco influenciável pela música porque a sua natureza estática não permite que as partículas elementares que a compõe possam adaptar a sua vibração interior aos modos de vibração exteriores. As ligações entre os átomos da matéria são demasiado fortes, e só quando são quebradas podem as partículas, agora plenamente individualizadas e únicas em si mesmas, revelar a sua originalidade pela reacção aos tons vibratórios que lhes chegam do exterior. A alma é, na sua essência, uma música celeste que ecoa pelo universo.
Fonte: http://fontedofimdomundo.blogspot.com/2008/12/porque-ter-msica-esta-capacidade.html
Fonte: http://fontedofimdomundo.blogspot.com/2008/12/porque-ter-msica-esta-capacidade.html
dou por mim a pensar que a lei de malthus da sensibilidade já não se aplica em mim. Os estímulos daquilo que vai na inteligência seguem uma proporção geométrica, mas a própria inteligência não evolui segundo progressões aritméticas. Agora, desmultiplicando-se, ela potencia-se em expoente par; o que sempre atrasa o ritmo, o passo limitante desta equação, é a concretização no plano físico, no domínio da acção, dessa força em potência. Acresce a este facto o pouco tempo que a custo nos concedem, nesta sociedade produtora e capitalista em que vivemos, para delinear o projecto daquilo que um dia havemos de construir. Que solução poderá haver para este difícil caso? Só surge uma em vista, e não sem antes ponderar bastante: o recolhimento interior, o cultivo do silêncio, o afastamento de qualquer espécie de contacto com os outros homens; todas estas maneiras de ser sozinho, para além da desmultiplicação exponencial, é que permitem viver uma vida cheia e plena. Por cada hora que vivemos sozinhos, vivemos um dia a mais na vida; por cada hora que nos privamos do contacto com o lugar mais profundo do nosso ser, desperdiçamos semanas de contemplação descobridora. As pessoas deviam passar mais tempo a sós consigo.
Fonte: http://fontedofimdomundo.blogspot.com/2008/12/dou-por-mim-pensar-que-lei-de-malthus.html
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o que mais importa em nós são os espaços que deixamos no intervalo do isso que somos.
Fonte: http://fontedofimdomundo.blogspot.com/2008/12/o-que-mais-importa-em-ns-so-os-espaos.html
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ensaio contra a cegueira - 2008-09-26 03:49
quando encontro uma pessoa verdadeiramente interessante dou por mim a amá-la sem poder fazer qualquer coisa para evitá-lo. O estado do amoroso é algo verdadeiramente incontrolável e insaciável. O desejo erótico apodera-se de mim, e, levando-me até aos êxtases da loucura, impele-me à união com esse ser desconhecido e deslumbrante que me fascina por completo. Só nessas alturas é que o corpo acorda, a lembrar o espírito: a união é puramente mental, e enquanto tivermos este corpo viveremos sempre desassossegados na nossa solidão material. Só quando um dia pudermos ser deuses vivos, e sentir tudo de todas as maneiras; só quando pudermos ser e não ser, ao mesmo tempo, tudo quanto existe e não existe, conheceremos finalmente o nosso lugar no universo. Até lá vamos treinando duramente, e apesar das fronteiras do físico, essa união total: nunca se sabe quando poderemos atingir esse superior nível de consciência. Talvez não precisemos de muito para que se abram asas do interior de nós.
Fonte: http://fontedofimdomundo.blogspot.com/2008/12/quando-encontro-uma-pessoa.html
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por vezes cruzam-se pessoas connosco que nos fazem recordar a possibilidade de ter existido outrora uma realidade de harmonia e criatividade incessantes.
Fonte: http://fontedofimdomundo.blogspot.com/2008/12/por-vezes-cruzam-se-pessoas-connosco.html
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o Natal já não existe - 2008-09-26 03:49
se o Natal surge agora dois meses mais cedo e o Inverno dois meses mais tarde, como é que querem que as pessoas associem ao Natal o espírito natalício?
Fonte: http://fontedofimdomundo.blogspot.com/2008/12/o-natal-j-no-existe.html
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os mais verdadeiros homens que conheço estão mortos.
Fonte: http://fontedofimdomundo.blogspot.com/2008/12/os-mais-verdadeiros-homens-que-conheo.html
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o movimento que se intitula Nova Águia seria uma proposta realmente interessante se trouxesse algo de novo à realidade cultural portuguesa. Indo beber mais inspiração ao pensamento que à acção de Agostinho da Silva, está muito pouco interessada em dar cultura a todas as pessoas, e permanece sistematicamente na posição do academismo caduco e incompreensível que tanto afasta os verdadeiros amantes da cultura, e sobretudo os mais novos - na verdade, os únicos que poderão cumprir em Portugal o seu reino espiritual. As boas intenções não são suficientes para poder fazer realmente alguma coisa, é preciso que essa coisa seja levada cuidadosamente à prática da forma mais clara, objectiva e pedagógica que for possível. Por enquanto, a águia apenas rasteja, e a custo. Não é nova, e muito menos voa. É certo que uma águia não consegue sobreviver por muito tempo sem dar uso às suas asas e aos seus músculos.
Fonte: http://fontedofimdomundo.blogspot.com/2008/11/o-movimento-que-se-intitula-nova-guia.html
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os literatos portugueses, e sobretudo aqueles que pairam sobre as universidades portuguesas, fazem incríveis esforços para serem detestados por toda a gente. Adoptam à partida uma postura esfíngica, meramente decorativa, entrincheirada no meio do seu ar abstruso e complicado. Qualquer tentativa de possível contacto é completamente afastada à partida. Mas o pior não vem do seu semblante: quando abrem a boca é que começa o inferno. A algaraviada incompreensível que vão terrivelmente balbuciando, em jeito de dicionário de folhas desordenadas, é suficiente para repelir até as mais pacientes almas e os espíritos menos ofuscados. Até a mais simples equação matemática poderia ser facilmente mutilada e desfigurada pelas mentes deturpadas desses literatos incompreensíveis.
O problema do ensino em Portugal e no mundo é o problema de quem ensina, e este pode resumir-se à sua falta de memória. Esquecendo as pessoas para quem falam, esses que pretendem ser professores sem nunca o poderem verdadeiramente ser falam somente para si, perpetuando um autismo patológico e completamente desconectado da realidade. Hoje, e cada vez mais, não precisamos de literatos-de-gabinete, empoeirados nos seus colarinhos engomados e nas suas cabeças bafientas. Precisamos, isso sim, de geómetras objectivos, de verdadeiros professores conscientes da sua missão cultural e da realidade cultural do país e dos alunos. Precisamos de gente que tenha o dom da comunicação, que consiga comunicar da forma mais simples e objectiva com o gosto de ensinar e de aprender ao mesmo tempo. Precisamos de quem subverta toda a lógica do actual ensino e que saiba reflectir seriamente acerca da melhor maneira pela qual poderemos transformar esta situação abjecta que temos hoje na verdadeira instrução - o único modo pelo qual cada se pode instruir por si próprio.
Fonte: http://fontedofimdomundo.blogspot.com/2008/11/os-literatos-portugueses-e-sobretudo.html
O problema do ensino em Portugal e no mundo é o problema de quem ensina, e este pode resumir-se à sua falta de memória. Esquecendo as pessoas para quem falam, esses que pretendem ser professores sem nunca o poderem verdadeiramente ser falam somente para si, perpetuando um autismo patológico e completamente desconectado da realidade. Hoje, e cada vez mais, não precisamos de literatos-de-gabinete, empoeirados nos seus colarinhos engomados e nas suas cabeças bafientas. Precisamos, isso sim, de geómetras objectivos, de verdadeiros professores conscientes da sua missão cultural e da realidade cultural do país e dos alunos. Precisamos de gente que tenha o dom da comunicação, que consiga comunicar da forma mais simples e objectiva com o gosto de ensinar e de aprender ao mesmo tempo. Precisamos de quem subverta toda a lógica do actual ensino e que saiba reflectir seriamente acerca da melhor maneira pela qual poderemos transformar esta situação abjecta que temos hoje na verdadeira instrução - o único modo pelo qual cada se pode instruir por si próprio.
Fonte: http://fontedofimdomundo.blogspot.com/2008/11/os-literatos-portugueses-e-sobretudo.html
Na verdade, sempre vivi para dentro de mim. É isso que me faz estar longe de toda a gente e perto de mim.
Fonte: http://fontedofimdomundo.blogspot.com/2008/11/na-verdade-sempre-vivi-para-dentro-de.html
Fonte: http://fontedofimdomundo.blogspot.com/2008/11/na-verdade-sempre-vivi-para-dentro-de.html
no life is simple - 2008-09-26 03:49
Só há uma força que pode orientar a aprendizagem, e ela é a motivação. Na sociedade ideal é a motivação de cada um que orienta o desenvolvimento do potencial individual. Só uma mente cheia de vícios e deformações pode concordar numa educação que se baseia em coerções e ameaças de castigos ou prémios - os instrumentos pelos quais se fomenta a competição cega e desenfreada de igual contra igual.
Fonte: http://fontedofimdomundo.blogspot.com/2008/11/s-h-uma-fora-que-pode-orientar.html
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não é o contacto com o meio social que mutila aquilo que a criança tem de melhor, é antes o contacto com a sociedade que temos.
Fonte: http://fontedofimdomundo.blogspot.com/2008/11/no-o-contacto-com-o-meio-social-que.html
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everything's a cognitive state
Fonte: http://fontedofimdomundo.blogspot.com/2008/11/everythings-cognitive-state.html
Fonte: http://fontedofimdomundo.blogspot.com/2008/11/everythings-cognitive-state.html

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