Blogs de Arte
Poesia
Notícias Culturais
oiça 13 minutos de...
Painel controlo
chat online
Sin hijo ni árbol ni libro
oiçam bem
Links
Outras músicas
Contactos
Anedotas
P: Qual é o Cúmulo da Vadiagem?
R: É a morte bater à porta e não estar ninguém em casa.
R: É a morte bater à porta e não estar ninguém em casa.
Outras Leituras
Veja e aprecie
videologia
www.youtube.com/watchveja e sinta
Estatísticas
Visitas (Acum./mês) |
||||
|
||||
Visualizações (Acum./mês) |
||||
|
||||
Últimas Photum
Sondagens
Neste momento não existe nenhuma sondagem activa...
A Voz do Minho
direitos de autor
O que está na moda è: estar na moda- 0
Escrito por: Flávio Silver
A galinha pôs o ovo e não há nada a fazer, alguém será responsável pela sua casca oval.
Não vou perguntar quem foi porque isso é considerado descaramento.
Pois bem, o que está na moda è: estar na moda. Passo a citar: andámos todos (excepto alguns) num ai quem me ajuda, ó pá empresta-me aí vinte euros que amanhã já tos dou, queixámo-nos da factura do dentista (e com razão) que por vezes mais vale aguentar a dor do que andar a mantê-los (quem inventou a nossa dentição havia de a ter inventada com menor números de dentes, né?).
Está na moda os passeios pedestres - o que concordo num absolutismo - porque vieram os sabedores da saúde dizer que caminhar faz bem, logo, das nove às dez, troca-se o sofá, farto das nossas merdas, pelas caminhadas. Depois, quem não andar com o aurícular do telemóvel espetado na orelha, pela rua, a falar para não sei quem, já é considerado um atrasado.
Quem ainda não substituiu ainda o sabão rosa pelo gel de banho perfumado, é olhado com desdém, então uma camisa mal brunida e um colarinho despegado do pescoço nem se fala.
Há convenções que nos tornam comuns, a frequentar o Maccdonalds (eu não queria fazer publicidade, mas é o melhor exemplo) porque pode ser que lá encontremos o nosso patrãozinho e, com duas de treta, podemos ficar a lucrar, à parte das cólicas provocadas pelo segredo dos molhos.
A separação do lixo está quase a ser (claro que o quase é sempre susceptível de ser nunca) uma imitação geral, defender os animais porque alguém disse que não existe animais superiores, (o que discordo em relação àquilo que tenho visto) - é um hino constante.
Siga. Ou seja, a moda: cores berrantes a provocar os olhos, calças justas iguais às do parolo que entra na novela, apanhar as ditas mocas por que eu é que sou o maior, olhem para mim, ir a restaurantes de comida vegetariana é fixe ainda que para alguns aquilo saiba mal.
Mas o queria mesmo mesmo, era de idiotar (dar ideias) umas modinhas para o futuro. Gostava por exemplo que alguém com mais crédito do que, ou seja, mais chunga do que eu mas bem aceite, fosse à televisão dizer que afinal o que está a dar é matar a fome aos pretos, é pagar certinho ao fim do mês, é acabar com as classes desiguais, e daí resultar uma campanha de sensibilização tal como o Scolari fez com as bandeirinhas e, era tão bom, melhor que uma bênção, toda a malta poder sentar à mesa e haver opção na ementa para lá das batatas guisadas.
Sai a moda das marrafas no cabelo e tantíssima gente desata a correr para pôr umas iguais na sua cabeleira, agora no que toca a solidariedades, deixar de fazer de conta que, sabes como é, vida está difícil para todos, Bluff. Bluff ao quadrado. Não há quem lhes pegue.
Se as chicotadas fosse uma coisa que enchesse o bandulho, não haveria só a malta do costume a levar - havia muita gente marcadinha. Está na cara que quando algo faz render não falta quem queira chegar primeiro ao lugar do rei.
Para quando a moda de esbofetear os que põem os preços sempre a subir? E que tal àqueles que nos puxam pela casaca, que nos mandam fazer mais dois furinhos no cinto para ajustar a cintura, dar-lhes com um penico cheio? Aos que cobram impostos por tudo e por nada, e que daqui a nada até pelos traques haveremos de passar talão, chamar-lhes aos nossos punhos?!
A moda, o estilo que inventámos, o valor da ocorrência mais frequente (vi agora num dicionário) como será daqui a cinco anos? Não sabemos. Até lá, a galinha vai pondo os ovos e, como é costume, o nariz que foi lá cheirar vai-se calar bem caladinho, tal o
polícia que no outro dia pôs um papelinho no vidro da frente do meu carro, com a modéstia quantia de trinta euros para pagar e, pisgou-se, não por ter as calças rasgadas no traseiro, mas porque a sua moda é: escrever acerca das viaturas que têm um pneu no passeio.
Há modas que são uma palermice, entende-se, mas agora, um palhaço qualquer lá de cima andar empiriquitado às nossas custas, uma ova!
Não vou perguntar quem foi porque isso é considerado descaramento.
Pois bem, o que está na moda è: estar na moda. Passo a citar: andámos todos (excepto alguns) num ai quem me ajuda, ó pá empresta-me aí vinte euros que amanhã já tos dou, queixámo-nos da factura do dentista (e com razão) que por vezes mais vale aguentar a dor do que andar a mantê-los (quem inventou a nossa dentição havia de a ter inventada com menor números de dentes, né?).
Está na moda os passeios pedestres - o que concordo num absolutismo - porque vieram os sabedores da saúde dizer que caminhar faz bem, logo, das nove às dez, troca-se o sofá, farto das nossas merdas, pelas caminhadas. Depois, quem não andar com o aurícular do telemóvel espetado na orelha, pela rua, a falar para não sei quem, já é considerado um atrasado.
Quem ainda não substituiu ainda o sabão rosa pelo gel de banho perfumado, é olhado com desdém, então uma camisa mal brunida e um colarinho despegado do pescoço nem se fala.
Há convenções que nos tornam comuns, a frequentar o Maccdonalds (eu não queria fazer publicidade, mas é o melhor exemplo) porque pode ser que lá encontremos o nosso patrãozinho e, com duas de treta, podemos ficar a lucrar, à parte das cólicas provocadas pelo segredo dos molhos.
A separação do lixo está quase a ser (claro que o quase é sempre susceptível de ser nunca) uma imitação geral, defender os animais porque alguém disse que não existe animais superiores, (o que discordo em relação àquilo que tenho visto) - é um hino constante.
Siga. Ou seja, a moda: cores berrantes a provocar os olhos, calças justas iguais às do parolo que entra na novela, apanhar as ditas mocas por que eu é que sou o maior, olhem para mim, ir a restaurantes de comida vegetariana é fixe ainda que para alguns aquilo saiba mal.
Mas o queria mesmo mesmo, era de idiotar (dar ideias) umas modinhas para o futuro. Gostava por exemplo que alguém com mais crédito do que, ou seja, mais chunga do que eu mas bem aceite, fosse à televisão dizer que afinal o que está a dar é matar a fome aos pretos, é pagar certinho ao fim do mês, é acabar com as classes desiguais, e daí resultar uma campanha de sensibilização tal como o Scolari fez com as bandeirinhas e, era tão bom, melhor que uma bênção, toda a malta poder sentar à mesa e haver opção na ementa para lá das batatas guisadas.
Sai a moda das marrafas no cabelo e tantíssima gente desata a correr para pôr umas iguais na sua cabeleira, agora no que toca a solidariedades, deixar de fazer de conta que, sabes como é, vida está difícil para todos, Bluff. Bluff ao quadrado. Não há quem lhes pegue.
Se as chicotadas fosse uma coisa que enchesse o bandulho, não haveria só a malta do costume a levar - havia muita gente marcadinha. Está na cara que quando algo faz render não falta quem queira chegar primeiro ao lugar do rei.
Para quando a moda de esbofetear os que põem os preços sempre a subir? E que tal àqueles que nos puxam pela casaca, que nos mandam fazer mais dois furinhos no cinto para ajustar a cintura, dar-lhes com um penico cheio? Aos que cobram impostos por tudo e por nada, e que daqui a nada até pelos traques haveremos de passar talão, chamar-lhes aos nossos punhos?!
A moda, o estilo que inventámos, o valor da ocorrência mais frequente (vi agora num dicionário) como será daqui a cinco anos? Não sabemos. Até lá, a galinha vai pondo os ovos e, como é costume, o nariz que foi lá cheirar vai-se calar bem caladinho, tal o
polícia que no outro dia pôs um papelinho no vidro da frente do meu carro, com a modéstia quantia de trinta euros para pagar e, pisgou-se, não por ter as calças rasgadas no traseiro, mas porque a sua moda é: escrever acerca das viaturas que têm um pneu no passeio.
Há modas que são uma palermice, entende-se, mas agora, um palhaço qualquer lá de cima andar empiriquitado às nossas custas, uma ova!
Por: AnarKista - 02Dez2007 01:42:13
Eis a moda do momento:
Está na moda não estar na moda
Mas a moda que já não aguento
É enxertar um "F" na poda
Está na moda não estar na moda
Mas a moda que já não aguento
É enxertar um "F" na poda
Inicie sessão antes de comentar

©2008. Todos os direitos reservados


















