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Um homem vai ao cinema com o seu cão.
No fim do filme o cão levanta-se e bate palmas. Fica toda a gente muito admirada.
- Estou tão admirado quanto vocês !- diz o dono- ele leu o livro e não gostou !!
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A Voz do Minho
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Que quer, sou português!- 0
Escrito por: Flávio Silver
A minha actividade sexual oscila entre saturno e a ursa maior. melhor dizendo: para que compreenda, sem criar complexo, sónia araújo é o logotipo dos meus sonhos entre as duas e as três da manhã. penso que a minha vizinha já reparou neste meu sorriso novo importado da bamdoma. que posso eu fazer, nada!
Sou português legítimo e isso explica metade dos meus anseios. minhas hormonas pululam por todo o meu corpo, inclusivé, cupido já me avisou para ter calma. esta vida de criar imagens fervorosas é o ópio das minhas madrugadas. imagino mulheres dotadas de tudo o que é bom e, depois, como resultado, sobressai-se a zona dos bolsos das calças. a minha sexualidade aprendi-a por volta dos catorze anos, quando a playboy dava dicas sobre a exploração mineira do corpo. vasculhei todo o meu corpo, tratei mal o meu sexo às vezes mas, aprendi. hoje sou homem feliz e contente por não ser mais um daqueles que sofre de ejaculação precoce.
Tenho os meus ataques de súbitos arrepios mas passa. a minha última namorada deixou-me mas, não me pode acusar da falta de ideias sobre determinadas posições, algumas circenses, digo. aliás, por isto e por aquilo é que hoje sofro um pouco da coluna - as acrobacias dentro de um Fiat punto tem as suas desvantagens. cuidado que isto pode afectar as suspensões de qualquer viatura.
A minha vida sexual é um pau de dois bicos - tenho a esquerda e a direita sempre em conflito, salvo raras excpções quando ambas se ajudam mutuamente. o português sempre foi assim: um comendador na arte do engate, só que, quando a acaba a noite do bar, ou sai de lá borrachão ou dá como desculpa que amanhã tem um exame à bexiga. os portugueses são machos, violam as leis da masturbação para mostrar que estão seguros e, no casamento, fazem sub-empreitadas para não serem acusados de tédio sexual.
Não tenho olhos azuis, por pena minha, já que o azul nunca sai de moda e, por consequência, as mulheres, reparam mais na minha barba mal desfeita do que nos meus olhos de castanho de castanheiro. há convulsões em mim que nenhuma apuncultura explicará, imaginem só.
o sexo é, para mim, um casamento ocasional entre dois seres que se conheceram onde uma luz não bate de frente. diga lá que eu não sou poético, diga lá! por falar nisto, já fiz poemas para mais de cinquenta nomes de raparigas e todas a rimar com amor. eu sou um génio. qualquer dia, alguém me virá esfregar e, de dentro de mim, sairá um aladino em slips, farto de contar flexões.
Sou português, do norte litoral, tenho uma brisa a refescar-me o coiso e, quando desço ao sul, o melhor é não dizer. fica para depois. sabe, a gente não se deve abrir muito nem se deve excitar com uma nódoa de tinto porque, quem muito se abre, muito se lhe vê o cucurucucu. Hoje fico por aqui, até porque, com esta conversa toda, já sinto um brinde a querer mostrar que está presente.
Sou português legítimo e isso explica metade dos meus anseios. minhas hormonas pululam por todo o meu corpo, inclusivé, cupido já me avisou para ter calma. esta vida de criar imagens fervorosas é o ópio das minhas madrugadas. imagino mulheres dotadas de tudo o que é bom e, depois, como resultado, sobressai-se a zona dos bolsos das calças. a minha sexualidade aprendi-a por volta dos catorze anos, quando a playboy dava dicas sobre a exploração mineira do corpo. vasculhei todo o meu corpo, tratei mal o meu sexo às vezes mas, aprendi. hoje sou homem feliz e contente por não ser mais um daqueles que sofre de ejaculação precoce.
Tenho os meus ataques de súbitos arrepios mas passa. a minha última namorada deixou-me mas, não me pode acusar da falta de ideias sobre determinadas posições, algumas circenses, digo. aliás, por isto e por aquilo é que hoje sofro um pouco da coluna - as acrobacias dentro de um Fiat punto tem as suas desvantagens. cuidado que isto pode afectar as suspensões de qualquer viatura.
A minha vida sexual é um pau de dois bicos - tenho a esquerda e a direita sempre em conflito, salvo raras excpções quando ambas se ajudam mutuamente. o português sempre foi assim: um comendador na arte do engate, só que, quando a acaba a noite do bar, ou sai de lá borrachão ou dá como desculpa que amanhã tem um exame à bexiga. os portugueses são machos, violam as leis da masturbação para mostrar que estão seguros e, no casamento, fazem sub-empreitadas para não serem acusados de tédio sexual.
Não tenho olhos azuis, por pena minha, já que o azul nunca sai de moda e, por consequência, as mulheres, reparam mais na minha barba mal desfeita do que nos meus olhos de castanho de castanheiro. há convulsões em mim que nenhuma apuncultura explicará, imaginem só.
o sexo é, para mim, um casamento ocasional entre dois seres que se conheceram onde uma luz não bate de frente. diga lá que eu não sou poético, diga lá! por falar nisto, já fiz poemas para mais de cinquenta nomes de raparigas e todas a rimar com amor. eu sou um génio. qualquer dia, alguém me virá esfregar e, de dentro de mim, sairá um aladino em slips, farto de contar flexões.
Sou português, do norte litoral, tenho uma brisa a refescar-me o coiso e, quando desço ao sul, o melhor é não dizer. fica para depois. sabe, a gente não se deve abrir muito nem se deve excitar com uma nódoa de tinto porque, quem muito se abre, muito se lhe vê o cucurucucu. Hoje fico por aqui, até porque, com esta conversa toda, já sinto um brinde a querer mostrar que está presente.

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