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Ao que ela responde:
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A Voz do Minho
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às quartas estou no paulista.- 0
Escrito por: Flávio Silver
Hoje, levei uma injecção no cu. andei coxo por mais de meia hora. deram-me umas vitaminas para os ossos a ver se a coisa começa a rolar. os meus trinta e poucos anos já não me permitem grandes variedades nocturnas. assumo que sou mais caseirinho, mais do tipo de chinelo de quarto, prontinho para a cama.
oiço mais Fado que música rock. qualquer bocadinho de pão já satisfaz a minha fome. a minha alma está mais ligada às questões da natureza e ao chilrear dos passarinhos. por favor não critique a minha súbita mudança. eu sei que a luta é para continuar. só que agora, uso a palavra escrita para o protesto. é mais fácil e além disso, evita-se sangue. qualquer um de nós havia de ter um cantinho para escrever e lançar-se de bentas ao papel contra a desumanidade.
A palavra faz jorrar mais sangue metafísico do que qualquer bastão, incomoda muita mais gente do que o insulto verbal. caros leitores, este meu blog tem por obrigação testemunhar a favor da igualdade. quem não estiver bem, há uma cruzinha branca dentro de um quadrado vermelho no canto superior esquerdo e, é só clicar. se você decidiu continuar, é porque sabe que a vida não está para comédias, é porque tem o couro marcado de mossas sociais. para quando um mundo melhor? boa pergunta. para já, nem rei nem sábio virá dizer a resposta, mas, uma coisa eu vos digo: já que a selva está lotada de feras com cara tapada, o melhor é atravessarmos a rua, pois nunca se sabe se aquele que nos vem dar a mão, não é para comer nos trincar os dedos.
Por falar em alimentação, em caso de dúvida, eu estou às quartas-feiras no paulista. tenho lá uma cadeira, que já conhece o peso do meu corpo, tenho uma bola de cristal sobre a mesa e, se for o seu caso, ou seja, se as insónias permanecerem, se o seu aspecto pálido permanecer, passe por lá, eu dou-lhe uma palavrinha. é oferta, não custa nada e, você vai ver que no final, quando der com a cara no vento, nada o fará agitar.
um por todos e todos por um, assim fala um português que, a favor da Igualdade, não o vai deixar sair de lá sem que antes aceite de bom grado um bolinho de bacalhau.
oiço mais Fado que música rock. qualquer bocadinho de pão já satisfaz a minha fome. a minha alma está mais ligada às questões da natureza e ao chilrear dos passarinhos. por favor não critique a minha súbita mudança. eu sei que a luta é para continuar. só que agora, uso a palavra escrita para o protesto. é mais fácil e além disso, evita-se sangue. qualquer um de nós havia de ter um cantinho para escrever e lançar-se de bentas ao papel contra a desumanidade.
A palavra faz jorrar mais sangue metafísico do que qualquer bastão, incomoda muita mais gente do que o insulto verbal. caros leitores, este meu blog tem por obrigação testemunhar a favor da igualdade. quem não estiver bem, há uma cruzinha branca dentro de um quadrado vermelho no canto superior esquerdo e, é só clicar. se você decidiu continuar, é porque sabe que a vida não está para comédias, é porque tem o couro marcado de mossas sociais. para quando um mundo melhor? boa pergunta. para já, nem rei nem sábio virá dizer a resposta, mas, uma coisa eu vos digo: já que a selva está lotada de feras com cara tapada, o melhor é atravessarmos a rua, pois nunca se sabe se aquele que nos vem dar a mão, não é para comer nos trincar os dedos.
Por falar em alimentação, em caso de dúvida, eu estou às quartas-feiras no paulista. tenho lá uma cadeira, que já conhece o peso do meu corpo, tenho uma bola de cristal sobre a mesa e, se for o seu caso, ou seja, se as insónias permanecerem, se o seu aspecto pálido permanecer, passe por lá, eu dou-lhe uma palavrinha. é oferta, não custa nada e, você vai ver que no final, quando der com a cara no vento, nada o fará agitar.
um por todos e todos por um, assim fala um português que, a favor da Igualdade, não o vai deixar sair de lá sem que antes aceite de bom grado um bolinho de bacalhau.
Por: JSL - 04Out2007 02:15:50
cruzinha branca dentro de um quadrado vermelho?
Não vi uma coisa nem outra e já tinha decidido continuar pela metafisica que sou em corrigir essa desumanidade, extinguindo-a
O bacalhau está do nosso lado!,,,
Não vi uma coisa nem outra e já tinha decidido continuar pela metafisica que sou em corrigir essa desumanidade, extinguindo-a
O bacalhau está do nosso lado!,,,
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